Em 2010 candidatava-se ao cargo de Presidente do Partido
Social Democrata (PSD). Em 2011 atreveu-se à candidatura de Primeiro-ministro,
cargo que ele, Pedro Passos Coelho, mantém até hoje.
Se, por um lado, o habitual seria simplesmente ver cartazes
e panfletos na rua, arriscando e antecipando nas suas campanhas, Passos, apostou
no formato online. Rendeu-se ao Twitter e à página de Facebook.
"Está na hora de mudar" era o seu lema. Várias foram as promessas e as palavras de preocupação face aos cidadãos portugueses nestas plataformas.
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| Página de Facebook de Pedro Passos Coelho |
Palavras motivadoras. Atrevo-me a dizer até de “compaixão”.
Mas a verdade é que não passaram disso mesmo: meras
palavras.
Não é novidade que a boa figura fica sempre bem. No entanto,
não é tudo. Prova disso foram as críticas realizadas relativas à prestação do
Primeiro-ministro de Portugal.
As mesmas armas que levaram Passos Coelho a promover-se, foram as mesmas em que o povo expressou as duas indignações. Páginas de Facebook, Twitter e YouTube, tornaram-se o feitiço contra o feiticeiro.
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Catarina Dias





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