Segundo os dados do INE, Portugal, é dos países da zona euro com poder
de compra mais baixo. Apesar da situação de crise económica que o país
atravessa, o novo ano que se avizinha parece não fazer mudar o cenário dos
portugueses.
A saga do aumento dos preços continua em 2014.
Não seria de admirar que houvesse aumentos, mas talvez não se previsse
que a lista fosse tão grande.
Na factura da luz espera-se uma
subida de 2,8% que de acordo com a ERSE (Entidade Reguladora dos Servições Energéticos)
corresponde a um aumento de 1,21€ numa factura de 46,5€.
Relativamente ao Gás natural, a
ERSE diz justificar-se uma “revisão das tarifas transitórias aplicáveis aos
consumidores” revisão que “corresponde a um acréscimo do preço de energia de 0,23
centEuro/kWh”, o relativo a uma variação de 2,8% da tarifa.
As tarifas dos transportes
públicos sofrem um aumento de 1%.
A mesma subida irão ter os
inquilinos pelo arrendamento das suas casas. O aumento é inferior ao registado
nos últimos anos e apesar da actualização das rendas ser feita a partir de dia
1 de Janeiro, a escolha será do senhorio.
As bebidas alcoólicas e o tabaco
também irão sofrer um aumento dependendo do tipo de tributação e tipologia de
cada um. Destaca-se o aumento em 25% do tabaco de enrolar.
Preços como o da água e o da restauração ainda não são certos.
No entanto Esposende chega-se à frente e garante que o município não
aumentará as tarifas da água em 2014.
Dos bens essenciais, assegurado está que o preço do pão e do leite não
será alterado.
Conservado também será o preço das portagens e do cinema.
Os preços sobem e são justificados devido à inflação. No entanto, não se
verifica subida de salários devido à mesma. Há, afinal, justiça na subida?
Catarina Dias












